Apresentação

Apresentação

Especialistas em Bacalhau

O restaurante SALPOENTE, localizado no Cais de São Roque, em Aveiro, reúne num único espaço dois antigos Armazéns de Sal – património histórico da cidade. Elegante e calmo, no SALPOENTE é possível conversar sem elevar o tom de voz, estar em família, com amigos ou a título profissional.
O SALPOENTE recria a cozinha tradicional portuguesa – uma cozinha exemplo e de qualidade superior – confecionada com a máxima qualidade e para diferentes gostos e tendências, com uma estrela comum: o bacalhau.
Qualidade, inovação, design, arquitetura e bem-estar são os “ingredientes” que todos os dias “temperam”este espaço.
Aveiro e a Ria transmitem tradições e partilham emoções, em tudo correspondentes aos valores deste projeto. Defender as marcas e os valores nacionais, recuperar e preservar tradições, impulsionar e promover a arte e os seus intervenientes, dinamizar a Ria e promover a procura turística na cidade de Aveiro, são os principais objetivos deste espaço.

“Queremos ser o melhor restaurante de Bacalhau em Portugal”

Património

Património

História dos Palheiros

A história do local e do espaço que acolhe o SALPOENTE, confunde-se com a história dos aveirenses e com a sua relação com os recursos naturais que caracterizam a cidade, e que fazem dela única no país.

“De entre as particularidades vivenciais de Aveiro, sobressai a exploração das salinas, absolutamente indissociável do seu povoamento, tendo contribuído para a consolidação do seu núcleo primordial, ainda em finais do século XVI, altura em que os fenómenos de assoreamento implicaram o surgimento de alguns reveses observados na barra local e, por inerência, no comércio mantido com o exterior, do qual fazia parte integrante a transação do sal extraído nas salinas aveirenses, então imprescindível ao crescimento da própria política expansionista portuguesa. Esta situação de decadência foi, entretanto, lentamente superada com a implementação do Estado Absolutista, já em pleno século XVIII, enquanto oitocentos assistiu à beneficiação da zona diretamente relacionada com a barra. Enquanto isto, e sempre que não se conseguia vender o sal durante a safra, optava-se por conservá-lo em montes em forma de grandes pirâmides cónicas, cuja superfície deveria ser cuidadosamente batida com um instrumento especialmente concebido para o efeito, a fim de garantir o seu perfeito alisamento e compressão. Esta proteção era, ainda, reforçada por uma cobertura de “junça” (colhida na própria Ria de Aveiro) e de pedaços de terra relvada, as únicas matérias que pareciam minimizar suficientemente a influência nefasta da chuva e do vento.

Apesar destes múltiplos cuidados, o facto é que alguns dos montes acabavam por sofrer a ação destes agentes naturais, que, não poucas vezes, ocasionava a abertura de fendas na sua superfície e, por conexão, a perda do próprio sal. E esta terá sido a razão principal pela qual alguns dos mais abastados proprietários das explorações salineiras de Aveiro começaram a erguer, defronte das próprias salinas (das quais distavam escassíssimos metros) estruturas executadas em madeira, utilizadas como armazéns de sal. E se o critério primacial para a sua construção decorria, sobretudo, das necessidades de preservar fisicamente o produto comercializável, o controle dos seus preços e mercados não terá desempenhado um papel de somenos relevância. É deste modo que, em Aveiro, ainda remanesce um reduzido número destes armazéns ou “palheiros”, essencialmente destinados à recolha e venda do sal, embora alguns deles tenham sido convertidos nos últimos tempos em locais de convívio, como é o caso do Salpoente, enquanto outros permanecem num indesejável estado de abandono e degradação”.

O Salpoente tem como objetivo homenagear e dignificar o espaço, ao devolver-lhe a nobreza de outros tempos. Ao traçar esta linha estratégica, o SALPOENTE oferece sabores tradicionais gastronómicos nacionais de alta qualidade, da mesma forma que dinamiza a vertente cultural com exposições itinerárias, eventos e muita animação.


História do Bacalhau

Bacalhau, Um Alimento Milenar

“Mundialmente apreciado, a história do bacalhau é milenar. Existem registros de existirem fábricas para processamento do Bacalhau na Islândia e na Noruega no Século IX. Os Vikings são considerados os pioneiros na descoberta do cod gadus morhua, espécie que era farta nos mares que navegavam. Como não tinham sal, apenas secavam o peixe ao ar livre, até que perdesse quase a quinta parte de seu peso e endurecesse como uma tábua de madeira, para ser consumido aos pedaços nas longas viagens que faziam pelos oceanos.
Mas deve-se aos bascos, povo que habitava as duas vertentes dos Pirineus Ocidentais, do lado da Espanha e da França, o comércio do bacalhau. Os bascos conheciam o sal e existem registros de que já no ano 1000, realizavam o comércio do bacalhau curado, salgado e seco. Foi na costa da Espanha, portanto, que o bacalhau começou a ser salgado e depois seco nas rochas, ao ar livre, para que o peixe fosse melhor conservado”.

Portugal e o “fiel amigo”

Os portugueses descobriram o bacalhau no século XV, na época das grandes navegações. Precisavam de produtos que não fossem perecíveis, que suportassem as longas viagens, que levavam às vezes mais de 3 meses de travessia pelo Atlântico.
É em 1353 que a pesca do Bacalhau é referenciada pela primeira vez, quando D. Pedro I de Portugal e Eduardo II de Inglaterra estabelecem um acordo de pesca para pescadores portugueses poderem pescar o bacalhau nas costas da Inglaterra por 50 anos. Foram os portugueses os primeiros a ir pescar o bacalhau na Terra Nova, que foi descoberta em 1497. Existem registros de que em 1508 o bacalhau correspondia a 10% do pescado comercializado em Portugal. Já em 1596, no reinado de D. Manuel, se mandava cobrar o dízimo da pescaria da Terra Nova nos portos de Entre Douro e Minho.
O bacalhau foi imediatamente incorporado nos hábitos alimentares e ainda hoje impera na dieta diária dos portugueses. Portugal tornou-se o país que mais consome bacalhau do mundo, chamando-o carinhosamente de “fiel amigo”.

Prémios

Prémios

7º MELHOR RESTAURANTE DE PORTUGAL “FINE DINING”

O Salpoente orgulha-se de o informar que conquistou o 7º lugar na categoria Melhores Restaurantes “Fine Dining” de Portugal”, sendo esta a única categoria avaliada em Portugal.

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“LUXURY TRAVEL GUIDE”

O Salpoente venceu a categoria “Restaurante do ano em Aveiro – Portugal”, atribuído pelo prestigiado guia Luxury Travel Guide.

Luxury Travel Guide Award - Restaurant of the year for Aveiro - SALPOENTE

“PRÉMIOS W”

O Salpoente está nomeado pela 1ª Vez para o MELHOR SERVIÇO DE VINHOS EM RESTAURANTE DE RUA EM 2016.

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Salpoente no “Guia MICHELIN”

Guia Michelin 2016 – “Ótimo Nível”. Classificação atribuída pelos inspetores do Guia Michelin.

premio guia michelin SALPOENTE

Salpoente no “Guia dos Restaurantes”

O “Guia dos Restaurantes” divulga os melhores restaurantes de Portugal. São avaliados a criatividade na confeção, a qualidade das iguarias e o atendimento. O Salpoente destaca-se pela tradicionalidade do bacalhau e pelo histórico espaço.

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Certificado de Excelência Trip Advisor

Em 2015 o restaurante Salpoente recebeu a distinção de excelência da Trip Advisor.


Trip Advisor – Localização Aveiro

O Salpoente está posicionado em Primeiro Lugar no TripAdvisor – Aveiro.

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Restaurante mais sustentável e politicamente ecológico do país

O Prémio foi atribuído ao Salpoente, pela “Sociedade Ponto Verde e Guia Boa Cama Boa Mesa” e privilegia as boas práticas na restauração e na gastronomia.

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Litoral Awards 2014 – Categoria Restauração

Prémio atribuído pela revista Litoral Magazine, que todos os anos premeia o Mérito e a Excelência de Personalidades e Marcas da região Litoral do Baixo Vouga.

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